Rede Social de divulgação de "Pegadas Verdes" que deixamos por onde andamos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Reunião de Organizações da Sociedade Civil

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Informações úteis sobre celelares

CONHEÇA AS QUATRO UTILIDADES QUE ESTÃO ESCONDIDAS EM SEU CELULAR.
04 coisas que você nunca soube sobre seu celular.
Será útil manter essas informações com você.
Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência.
Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.
Veja o que ele pode fazer por você:
Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!
Emergência II
Você já trancou seu carro com a chave dentro?
Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular.
Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá.
Segure seu celular cerca de 30cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.
Emergência III *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370# Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria.
Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.
Emergência IV *#06#
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06# Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.
PS: Essas informações não são conhecidas, por isso passe para seus amigos e familiares.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Voltando! ano novo, vida nova!



...Bem acompanhada!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Em pausa na estrada...

sábado, 24 de outubro de 2009

Confecom

Intervozes apresenta sua contribuição para o debate nas várias etapas da Confecom. Seguem os links para dois documentos.

Link 1
http://www.intervozes.org.br/noticias/resolveuid/fd903f2ef50e08d144a9bbf1d894baa7


Link 2
http://www.intervozes.org.br/noticias/resolveuid/b6cf34706f8e9fa04fe6dfce5e541e09

O primeiro contém o conjunto das propostas do Coletivo, dividido em 9 tópicos: (1) princípios, (2) gestão das políticas de comunicação e órgãos reguladores, (3) modelo de serviços, (4) gestão de redes e espectro de radiofrequências, (5) outorgas e limites à concentração de propriedade, (6) conteúdo editorial e publicitário, (7) acesso ao conhecimento e aos serviços de comunicação, (8) financiamento e políticas de fomento, e (9) formação e exercício profissional. Tais propostas derivam de nossa plataforma, também disponível no sítio www.intervozes.org.br.

O segundo documento traz as propostas prioritárias que na visão do Intervozes devem ser aprovadas na Conferência. Ele repete, sintetiza ou unifica propostas do 1o documento em cima de 14 pontos vistos como centrais para discussão nas etapas da Confecom, divididos pelos três eixos temáticos que orientam os debates do processo: (1) produção de conteúdo, (2) meios de distribuição e (3) cidadania: direitos e deveres.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Seminário GAO - ISO 26.000


Clique na imagem para visualizar as informações

Não é ficção

Pesquisadores brasileiros criam telas multimídia com papel transparente e dobrável
Pesquisa FAPESP -
© Imetro
Protótipo de tela flexível transparente recebe carga elétrica no laboratório do Inmetro

Será provavelmente dispensável em uma viagem no futuro acomodar o notebook numa pasta ou mochila – bastará dobrá-lo e enfiar no bolso. Esse avanço tecnológico se tornará realidade quando as telas flexíveis de diodos orgânicos emissores de luz, os chamados Foleds (da sigla flexible organic light emitting device), chegarem ao mercado num futuro próximo. Vários fabricantes de equipamentos eletrônicos, como Sony, Philips, Fujitsu, e grupos de pesquisa no mundo perseguem esse objetivo, entre eles uma equipe de pesquisadores brasileiros do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (IQ-Unesp), do campus de Araraquara, no interior de São Paulo, e do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), no Rio de Janeiro. Recentemente, eles desenvolveram o protótipo de um Foled que utiliza um substrato inédito baseado em biocelulose, uma espécie de papel transparente batizado pelos pesquisadores de biopaper, com transparência superior a 90% na região visível do espectro eletromagnético, o que significa deixar passar quase toda a luz incidida sobre ele. O grupo de pesquisadores, que está elaborando um pedido de patente do dispositivo, apresentou a novidade à comunidade científica internacional em dezembro de 2008 por meio de um artigo na revista Thin Solid Films.

Além de computadores de mão, os papéis eletrônicos flexíveis também são esperados para uso em painéis publicitários, revistas e jornais eletrônicos, cardápios de restaurantes e cartazes em lojas, por exemplo. Considerados uma das mais promissoras tecnologias de vídeo e imagem do futuro, os Foleds são uma resposta aos esforços para obtenção de um dispositivo eletrônico que combine as propriedades ópticas do papel, como alta refletividade, flexibilidade e contraste com a capacidade dinâmica das telas digitais convencionais que equipam notebooks, telefones celulares e PDAs, os pequenos computadores de mão usados no comércio e em restaurantes. De início, o substrato mais utilizado para a preparação desses dispositivos foi o vidro, material transparente e com boa resistência mecânica, mas com uma limitação evidente: a dificuldade de se fabricar telas e outros equipamentos flexíveis ou dobráveis, porque o material sofre fraturas com facilidade. A segunda aposta recaiu sobre materiais poliméricos, que permitem a obtenção de sistemas mais leves, flexíveis e portáteis, sem perder a transparência e a resistência necessárias. Diversos polímeros, incluindo o PET, sigla de poli (tereftalato de etileno), acetato de celulose, policarbonato e poliuretano, têm sido usados para a produção de dispositivos flexíveis. O problema é que, além de serem sintéticos ou derivados de petróleo, requerem diversos tratamentos adicionais para gerar um material ideal e, na maioria das vezes, não são biocompatíveis nem biodegradáveis.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Adorei! teoria da diversão!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Banda larga popular irá custar até R$ 29,80 por mês em SP


Do G1, com informações do SPTV

Os pacotes de banda larga popular que serão lançados na tarde desta quinta-feira (15) em São Paulo custarão até R$ 29,80. O valor será possível graças a uma parceria do governo de São Paulo com as operadoras. Em troca, as empresas pagarão menos impostos.

Veja o site do SPTV

De acordo com o governo, as operadoras poderão ter valores variados para seus pacotes, desde que eles não ultrapassem R$ 29,80. A partir desta sexta-feira (16), quem oferecer o serviço já terá a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“Elas não são obrigadas a aderir ao programa, mas pesquisas indicam que metade das casas paulistas não tem acesso à internet e 2,5 milhões têm computador mas não tem internet. Acredita que essas pessoas são usuários em potencial”, explicou Alexandre de Araújo, diretor de serviços ao cidadão da Companhia de Processamento de Dados de São Paulo (Prodesp).

Ao adquirir o pacote, a pessoa recebe o modem, a instalação e o provedor de acesso à internet. Segundo Araújo, a velocidade da conexão irá variar entre 200 Kbps e 1 Mbps.

Antes de a iniciativa ser anunciada, os valores mais baixos de internet banda larga cobrados em São Paulo eram R$ 49,90 (Net Virtua e Speedy, para pacotes de 500 Kbps) e R$ 74,90 (Ajato, para pacote mensal de 4 Mbps).

Pacotes populares

A Telefônica divulgou que o seu serviço de internet popular terá velocidade de 250 Kbps e que o consumo será ilimitado, ou seja, o plano não cobrará taxas adicionais caso o usuário exceda a quantidade de downloads. Ainda, no valor estipulado pelo governo, estão inclusos o modem, a instalação e o provedor. A empresa diz, também, que a linha telefônica do cliente ficará livre para fazer e receber chamadas enquanto usa a internet.

A TVA informou ao G1 por meio de sua assessoria de imprensa que não irá aderir ao projeto de internet popular pois tem parceria com a Telefônica.

A NET disse à reportagem que participou das negociações do projeto mas não teve acesso ao documento final assinado hoje pelo governo do Estado, e que vai estudar a melhor maneira de utilizar o benefício.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CONFERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO DE CAMPINAS

CONFERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO DE CAMPINAS
Local: Plenário da Câmara Municipal de Campinas , R. Eng. Roberto Mange, 66, Ponte Preta
16 de outubro Sexta-feira
17 às 19 h - credenciamento
19h Abertura Solene - Prefeito e autoridades
20h - Palestra sobre o tema da Conferência:
“Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”
Palestrante: Paulo Henrique Amorim
17 de outubro – sábado
08 às 10 h – credenciamento
9h – 10h30m - Exposição dos grupos temáticos
Marco-regulatório:João Brant - Coletivo Intervozes-
Controle Social e Público – Juliano Carvalho (professor da Unesp) –
-Novas Tecnologias – Alexandre Osório Sintpq e uma pessoa da área de tecnologias do SBT
-Comunicação Municipal – Francisco de Lagos
-Comunicação Popular – Paulo Salvador – Rede Brasil Atual e Nélson Homem de Mello - RAC
11h - 12h30m Grupos de discussão
12h30 – 14h – almoço
14h – 15h Grupos de discussão
15h30m Apresentação dos relatórios dos grupos
17hIndicação dos representantes do Campinas para a Conferência estadual de Comunicação
Propostas que ABRAÇO São Paulo defende para
I Conferência Comunicação
1- Comunicação Popular
Radiodifusão Comunitária
1. Elaboração de uma nova legislação para radiodifusão comunitária que contemple as pautas elaboradas e aprovadas pelos movimentos sociais; trazendo o fim da repressão à radiodifusão comunitária
2. Formulação e implementação de uma política pública de financiamento estatal de rádios e TVs comunitárias com repartição de verbas da publicidade oficial para essas emissoras de caráter comunitário.
3. Revisão de todas as outorgas de rádios comunitárias concedidas por apadrinhamento político.
4. Liberdade plena de expressão dos comunicadores populares e cidadãos nas rádios e TVs comunitárias, independentemente de qualquer censura ou legislação que venha a ser aprovada.
5. Por um projeto brasileiro de rádio digital que atenda:
- Democratização efetiva das comunicações
- Valorização da Tecnologia Nacional
- Viabilidade de canais comunitários digitais
- Permita o uso eficiente do espectro e não sua restrição
- Viabilize economicamente canais comunitários
2- Novas Tecnologias
- Que os movimentos sociais se incorporem ao debate de fomento à tecnologia para o desenvolvimento nacional
- criação de instituto dos movimentos sociais para o desenvolvimento tecnológico que atenda nossas necessidades
GT Internet e Inclusão digital
1. O ambiente legal e regulatório deve respeitar os princípios de neutralidade de rede, o direito à privacidade e a liberdades. Garantidas pela estrutura [horizontal e aberta] da rede.
2. Que os documentos públicos e a produção financiada com verba pública sejam disponibilizados em padrões abertos e registrados com licenças livres. Que órgãos públicos e programas de inclusão digital usem necessariamente software livre.
3. Promoção de políticas de inclusão digital e educomunicaçãoo, de uma perspectiva inclusiva, utilizando a infra estrutura dos telecentros, as lan houses e pontos de cultura, pensando-os como espaços para produção e difusão da cultura e informação
4. Formulação de políticas publicas e marco regulatório em relação a questão dos direitos autorais que permitam a potencialização da produção, acesso e difusão da cultura e informação pelas tecnologias digitais.
5. Reconhecimento da comunicação como direito fundamental e do acesso a internet como parte desse direito. Universalização do acesso à banda larga e prestação dos serviços de comunicação – inclusive Internet – como serviços públicos. Utilização do FUST para esta finalidade.
3- Marco Regulatório
- precisar o debate: garantir em lei o debate sobre o sistema nacional de política de comunicação
- afirmar o direito de antena em todas as concessões públicas e os meios necessários para produção e distribuição
- Sobre as igrejas: temos que garantir a liberdade de pensamento. Não se deve tirar o direito de elas praticarem comunicação, mas garantir um canal religioso com a presença de todas, incluindo as religiões de matriz africana
GT Concessões e propriedade
1. Não renovação automática das concessões, tanto em relação à radiodifusão como a todos os serviços de comunicação (em relação à infra e hiperestrutura). Não levar em conta somente o critério técnico e econômico, mas principalmente cumprimento de critérios que levem em conta o atendimento ao interesse público.
2. Revisão do marco regulatório para atualização/adequação à realidade atual, assegurando: a compilação da legislação a fim de facilitar e fortalecer o controle social; a redução dos prazos legais para os vencimentos das concessões; estabelecimento de critérios claros para a renovação das concessões, a fim de fechar as brechas legais que existem (incluindo o respeito às questões trabalhistas e geração de empregos); estabelecimento de penalidades e critérios para cassação das concessões em caso de descumprimento de critérios estabelecidos; reserva de espaço para os movimentos sociais organizados e trabalhadores, com estrutura assegurada pelo Estado; medidas para garantir o pluralismo; garantia da propriedade pública da rede pública que permita um modelo estruturado em “camadas” de concessões para operação (rede de cabos metálicos e ópticos, espectro de freqüência de radiodifusão e a órbita equatorial geossíncrona); e revogação do artigo da lei de concessões públicas que não inclui concessões de rádio e TV, abrindo brecha para a propriedade de políticos. Nesse sentido, incorporar a proposta do FNDC para a regulamentação das concessões, a título de exemplo.
3. Fortalecimento dos setores público e comunitário;
4. Criação de um órgão regulador independente para que seja assegurada a implementação do novo marco legal baseado em padrões internacionais de direitos humanos, para garantia da diversidade e pluralidade de conteúdo;
5. Obrigatoriedade da transparência em relação à propriedade dos meios e do processo de concessão, com garantia de acesso irrestrito a informações que são de direito público;
6. Construir uma proposta de destinação da expansão da banda que será gerada com a implementação do padrão digital, de forma que democratize os meios e garanta espaço aos movimentos sociais organizados e aos trabalhadores.
GT Sistema Público de Comunicação
1. Regulamentação do artigo 223 da Constituição Federal, com o estabelecimento de princípios que definam o sistema público de comunicação, como gestão democrática e participativa, com reserva de pelo menos 30% do espectro para essas emissoras;
2. Efetivação do caráter público dos conselhos curadores da Fundação Padre Anchieta e da EBC, com composição a partir de indicações da sociedade civil e de conselhos públicos setoriais, tais como os Conselhos de Saúde e Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente, Conselho do Deficiente e redefinição do papel desses conselhos curadores;
3. Fortalecimento do financiamento estatal do sistema público, com a criação de fundos públicos de apoio a emissoras públicas e comunitárias a partir da taxação sobre o faturamento das emissoras comerciais;
4. Reserva de pelo menos 15 canais para as emissoras públicas no espectro da TV digital (cerca de 30%), garantindo a veiculação das emissoras comunitárias, universitárias e legislativas.
5. Garantir que a contratação de funcionários nas emissoras públicas se dê por concursos públicos.
Propostas de alcance geral
1. Estabelecer princípios e cláusulas de preservação do interesse público para todas as emissoras que usufruem de concessão pública;
2. Garantir caráter permanente e periódico da Conferência Nacional de Comunicação
GT Publicidade e financiamento
Mecanismo de Financiamento
Modelo de financiamento para tevês/meios públicos:
1 - Os meios públicos e comunitários devem ser mantidos com dinheiro público, colaboração (ou apoio) dos cidadãos e porcentagem dos valores das peças publicitárias veiculadas nos meios comerciais.
2 - Revisão dos critérios de distribuição de verbas públicas para publicidade governamental: ao invés de destinarem-se à comunicação comercial, pautada por índices de audiência, os governos devem prioritariamente investir nas mídias comunitárias (impressa, radiofônica e televisiva), levando em consideração a capacidade de os comunicadores, efetivamente, se comunicarem com a população local.
3 - Publicidade: criar de um conselho técnico nacional, formado por acadêmicos e membros da sociedade civil para:
- Fiscalizar a publicidade veiculada em âmbito nacional pelos meios de comunicação social sensibilizar a sociedade civil para exigir o fim da veiculação de publicidade ao público infantil ( até 12 anos).
- Criar mecanismos para a proibição de publicidade de produtos alcoólicos e medicamentos.
- Definir regras para que a publicidade veiculada seja de caráter informativo, sem caráter apelativo emocional
- Fomentar o marketing social e a propaganda educativa nos meios de comunicação, que trate do consumo como atendimento de necessidades dos indivíduos e não de desejos criados pelo mercado como forma de venda de produtos.
4- Controle Social da Comunicação
- Controle social: que a sociedade civil tenha mecanismos legais de intervir nas pautas;
- qualificação do debate sobre ações afirmativas para a questão racial e de outros setores oprimidos
- pensar em meios alternativos de manifestação contundente quando houver desrespeito a qualquer um dos segmentos da sociedade civil nos meios de comunicação
GT Diversidade e Pluralidade de Conteúdo
1. a) Criação de um código de ética e conduta para as emissoras de rádio e televisão que garanta diversidade e pluralidade inclusive com a proporcionalidade étnico racial e de gênero, em todos os níveis: profissionais, conteúdos produzidos, etc. b) Caso haja cumprimento da constituição, esta proposta é desnecessária.
2. Taxação de publicidades e concessões para criação de fundo público de financiamento da produção de conteúdo dos movimentos sociais.
3. Criação de conselhos de controle social da comunicação com papel de receber denúncias de discriminação e desrespeito a diversidade nas esferas municipais, estatuais e federal
4. Extinguir de imediato todas as concessões a instituições religiosas e parlamentares das três esferas do governo.
5. Espaço na programação dos meios de comunicação concedidos para os movimentos sociais de todos os segmentos veicularem suas demandas, atividades e debates.
6. Produção coletiva de comunicação de leitura critica das mídias nas escolas municipais e estaduais, na perspectiva da educomunicação envolvendo a comunidade escolar (alunos, professores, familiares, diretores e profissionais da unidade escolar)
GT Controle Social
PROPOSTAS GERAIS
1- Emenda constitucional que afirme a comunicação como direito.
2- Regulamentação dos artigos da Constituição que versam sobre comunicação.
3- Criação de um sistema nacional de comunicação, que articule uma arquitetura de participação: conferência, conselhos em todos os âmbitos, política nacional de comunicação (plano), órgão regulador com efetiva participação social.
4- Controle de conteúdo: avaliação e monitoramento, ouvidorias, ombudsmans, observatórios, concessões, fóruns permanentes de debate sobre a comunicação, debate sobre representação na mídia dos segmentos da sociedade.
5- Formação dos jornalistas e exercício da profissão: ética, veracidade, etc.
6- Educação critica para a mídia e formação para o direito a comunicação, com tempo na programação - grade – e em todos os níveis da educação, do básico ao superior.
7- Controle social para alem da conferencia – controle social não institucional.
8- Monitoramento e avaliação das resoluções da conferencia, sensibilização, formação, mobilização permanente, limite a propriedade cruzada, democratização da TV publica (gestão, financiamento e programação)
9- Outros temas: inclusão digital, rádios comunitárias, concessões, financiamento, lei de imprensa, conselho de jornalistas.
5- Comunicação local e o Poder Público
PROPOSTAS:
1. Criação de uma Rádio Educativa Municipal;
2. Criação de uma TV Municipal aberta;
3. Colocação do tema “Comunicação” como estratégia de fomento para programas, projetos e políticas publicas;
4. Criação de um Plano Municipal de Comunicação;
5. Criação de um Conselho Municipal de Comunicação, que seja deliberativo e com eleição direta;
6. Fortalecer e reorganizar o setor de Comunicação do Poder Público local;
7. Fomento de projetos que provoquem a reflexão das relações estabelecidas entre os jovens, adolescentes, mulheres, negros, etc e a mídia local;
8. Orçamento Participativo da destinação dos recursos orçamentários para os meios de comunicação do município;
9. Exigir o cumprimento da legislação para as rádios do município que operam atualmente com outorgas vencidas;
10. Fortalecimento e fomento estratégico do Site da PMI;
11. Exigir o espaço para fomento da comunicação do município da repetidora de TV;
12. Elaborar um Projeto para Cidade Digital, que não perpasse somente para a questão da internet gratuita e que seja construído em conjunto com a sociedade civil;
13. Exigir do Poder Público local a regulação dos meios de comunicação locais, conforme determinado em lei;
14. Determinar que o Poder Público local monte um projeto para a substituição de todos os softwares do governo para softwares livres

Crie Futuros Iberoamérica, Novos Bancos e Moedas

“Não estamos numa era de mudanças mas numa mudança de Era”
Chris Anderson
Crie Futuros Iberoamérica, Novos Bancos e Moedas
Estamos vivendo tempos de mudanças, em que sistemas que se estruturavam sobre bases exclusivamente econômicas passam também a considerar as dimensões social, cultural e ambiental dos processos. Sinalizando essas mudanças estão as crises financeira e ambiental pelas quais passamos, que indicam a necessidade de mirar o desenvolvimento de forma sustentável, o que significa mudanças de mentalidade e de modelos. Nas novas abordagens de desenvolvimento que surgem nesse momento, os elementos centrais são de natureza intangível: a cultura e o conhecimento.


Essas mudanças impõem a reinvenção da economia, a partir da percepção de que existe uma forte interdependência entre pessoas, grupos, culturas, ambiente, sistemas. Uma economia que se apóie fortemente na cooperação e na ética e que dê conta de gerir recursos de natureza intangível. Uma economia inclusiva, cuja dinâmica venha da relação harmônica entre macro economia de escala e a micro economia de nicho. Uma nova economia que vai necessitar novas medidas, moedas e indicadores.


Nesse cenário surgem indicadores como o FIB, (Felicidade Interna Bruta , em substituição ao PIB) originário do Butão, que está mobilizando o cenário internacional; novos bancos que facilitem a troca de outros valores que não sejam as moedas; e novas moedas, capazes de avaliar (e permitir a troca) entre as várias formas de capital: capital social, capital humano, capital natural, capital cultural.

O Seminário Crie Futuros Novos Bancos e Moedas reunirá pessoas e instituições cujo trabalho no presente já cria futuros desejáveis. Participarão pesquisadores e especialistas internacionais que possuem práticas que se tornaram referência de novos modelos e de abordagem. E que, além de nos contarem sobre suas atividades, vão descrever o futuro desejável para o qual trabalham.


O evento será transmitido pela internet e mesclará participação presencial e virtual (outros países participarão pela web). Contará também com a interação do público e palestrantes que, através das dinâmicas, criarão visões de futuros desejáveis.
Para assistir acesse a home da rede em www.criefuturos.com.br

domingo, 4 de outubro de 2009

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Campinas


Veja mais fotos como esta em 1ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE AMBIENTAL

sábado, 3 de outubro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

sem comentários...


http://sites.google.com/site/zecadelbueno1/

Impressora 3D é capaz de se auto-reproduzir